segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Juruti


Já começo pedindo desculpas por ficar praticamente uma semana sem postar. Realmente foi difícil, ou melhor, impossível conectar a internet em Juruti.
Enfim vamos ao resumo da semana.
Faro ainda nos possibilitou um banho de rio no domingo, perfeito, águas com ondas e pouca gente.... à beleza foi generosa com essa cidade.
Partimos de Faro rumo a Juruti, a cidade mais bem organizada de todas. Com boa infra-estrutura a cidade oferta vários serviços.
Em Juruti a semana foi calma, e presenciei uma situação inusitada. Dezenas de pessoas esperam a noite inteira para serem atendidos em plena segunda-feira. Ou seja, madrugam em frente ao barco dormindo em papelões no chão, tudo registrado pela minha câmera.
Consegui histórias muito interessantes e que mechem realmente com a gente, lembrei das longas filas históricas do INSS.
Ao longo da semana o pessoal resolveu todo ir assistir o jogo do Bota Fogo em um  bar, eu não lembro com quem ele jogava, mas torci para o outro só pq era do centro-oeste, e não é que deu certo.
Na noite seguinte resolvemos fazer um churrasquinho, ou melhor, fizeram e nós comemos. A noite foi regada de conversar em torno das regiões de cada um, e embalada por Amado Batista, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!
Juruti acabou, eu também já estava enjoando de lá.
Estou contando todos os dias dessa viagem....
Agora estamos em Óbidos... e vamos ver o que rola na última cidade que passaremos...

Até mais!!! 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Faro

Ontem de tardezinho sai conhecer melhor Faro. Parece que agora cheguei no Pará que eu imaginava.
As belas praias contrapõem com a pobreza que essa cidade vive. Ruas semi-pavimentadas, esgoto a céu aberto. Galinhas por todos os lados, bem como cachorros. Faro não apresenta diferença entrar estar no centro ou na periferia. Quem bom que não existe.... Mas seria melhor se tudo fosse de qualidade, ai sim, sem diferença entre centro e periferia.
Na rua não se vê movimento além das campanhas políticas. Parece que aqui elas estão mais latentes que nas cidades que passamos.
O cais é morto, o único barco de maior porte que permanece por aqui é o nosso. Tudo é uma calmaria.
Confesso que já me canso disso, não agüento tanta calmaria... não agüento ver tudo tão parado, sempre, sempre, sempre....
Fazer o que... Quis vir para o Prevbarco... agora agüenta!!!
Nessa sexta-feira dia de festa e de cair na noite – como se eu fizesse isso nas sextas-feiras – resolvo ficar por casa, de novo...ou melhor pelo barco. A noite acaba comigo em frente a TV, comendo, lendo, assistindo e pensando.... o que eu vim fazer aqui???!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Terra Santa 4

O 7 de setembro inicia-se com direito a praia. O meu almoço foi surrupiado não sei bem por quem, e só vou realizá-lo por volta das 15 horas. Tudo bem, já que acordei tarde.
Em meio a brincadeiras fizemos de nosso encontro na praia uma arena de disputa de posições, defesas regionais e muitas risadas.
Retornamos para o prevbarco e o dia fecha com direito a filmagem, algumas risadas e pena do que vimos.
Em meio a uma chuva fortíssima que chegou ao final da tarde, barcos pequenos viravam e vimos o desespero de alguns pescadores tentando salvar o que lhes trás o “peixe de cada dia”.
Mal podíamos pensar em ajudar, visto que nosso barco também foi inundado no primeiro andar, este reservado ao atendimento dos usuários.
A chuva foi embora, mas ficou a marca de como a natureza pode tudo contra o homem.
O dia cai em Terra Santa e resolvemos todos permanecer no barco comendo ao final pão recheado com queijo, ou seria pão-de-queijo??!!!
Enfim,  hoje chegamos ao nosso último dia de atendimento em Terra Santa, o qual nos pôs mais em contato com a assistente social, esta, muito prestativa a nossas solicitações, quanto com o sindicato, parceiro de nosso trabalho.
Por volta das 14 hs saímos de Terra Santa. Resolvo permanecer na sala de atendimento estudando algumas coisas. E quando dou por mim chegamos em Faro.
A noite já caiu em Faro e o que tudo indica mais parece um vilarejo. A pequena cidade já demonstra pelas paisagens que é a cidade mais bonita das três que já passamos, mas quem sabe também a mais carente de infra-estrutura.
Por enquanto fico por aqui.....
OBS. no momento todos assistindo a novela hehehe.

Abraços.
Até breve!!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Terra Santa 3

A manhã já iniciou quente. O dia foi calmo e aproveitei para fazer leituras sobre “trabalho”.
Na mesma manhã recebo a visita da colega assistente social do CRAS de Terra Santa. A visita é composta de uma riqueza de informações que só faz ampliar o conhecimento da região. Ressaltou ela que eu me sentiria em casa se fosse a Porto Trombetas visto o grande número de sulistas que vivem por lá.
Os atendimentos continuaram à tarde, mas percebemos que a cidade vive um clima de festa devido ao 7 de setembro.
Há tempos que eu não via tamanha comemoração. Novamente a tarde é fechada por alunos e escolas desfilando em comemoração ao dia da independência do Brasil.
Aproveitamos para tirar algumas fotos e um “trapiche” de madeira. Eu nunca ouvi falar esse nome trapiche, mas tudo bem... é uma estrutura grande de madeira, que balança por sinal. A mesma parece uma ponte, mas inicia na terra e finaliza dentro do rio, mas sem saída para o rio, é claro. Enfim, após as fotos resolver tomar o tal do FLAU, mais conhecido em outras regiões como geladinho, din din ou sacolé.
Presenciamos uma briga de cavalos na beira do cais, e nossa tarde fecha com o retorno a praça com mais e mais desfile. Será que amanhã vai ter???
Abraços, até mais!!!

Terra Santa 2

Passamos nosso primeiro domingo totalmente vinculado ao prevbarco.
A manhã iniciou-se com um passeio pelas margens do rio Nhamundá. A tarde o pessoal descansou e em seguida resolvemos ir até a praia do cajueiro.
Fomos com a chamada “rabeta” a qual precisava de muito equilíbrio. Na praia aproveitamos o sol até as seis da tarde e nos divertimos com o colete salva-vidas.
Depois de um tempo já dentro da água, percebi que todos estavam quietos, todos juntos, mas também distantes. Cada um na sua. O barulho da água. Acho que cada um estava pensando um pouco sobre a vida que ficou lá... Ou quem sabe no seu trabalho... Coisas de família... Amor... Dinheiro... E contas, afinal é inicio de mês hehe.
 O fim da tarde foi fechado com a apresentação das crianças em comemoração ao 7 de setembro. Eu acho que toda a cidade estava lá.
O ar pitoresco do desfile trás em sua composição a civilidade e o orgulho nacional. Todos alunos, sem distinção com algo referente a data. Não simplesmente marchavam... honravam.

sábado, 4 de setembro de 2010

Terra Santa

Saímos de Oriximiná por volta das nove horas da manhã. A saída do barco não me tirou da cama, e quando levante, hoje por volta do meio dia já estávamos no rio Nhamundá.
Nunca tinha ouvido falar no tal rio Nhamundá, mas se é esse o nome que eles deram ao rio tudo bem. Andamos por horas... horas mesmo.
Hoje consegui acabar de ler Serviço Social e Sociedade 102, até que enfim. E já comecei a ler Trabalho e Seguridade Social – nossa, como sou aplicado -. Bruno ficou vendo um filme que é o cão, tão ruim que o mesmo dormiu na sala. Márcio ficou trabalhando com as fotos. Assim passamos boa parte da tarde, no caminho ainda fomos acompanhados por botos cor-de-rosa, muito mesmo. Escutamos um pouco de música e só faltavam umas cadeiras de praia para nos sentirmos melhor heheh.
Entre fotos e mais fotos, chegamos a Terra Santa por volta das 18 horas. Menor que Oriximiná, a cidade vive de royalties da extração de bauxita que ocorre na região. A cidade é também simpática. Os colegas ainda estão frustrados por não haver banco do Brasil aqui, mas quando eu falo ninguém acredita né...
Enfim, estamos em uma nova cidade para continuar nosso trabalho e vamos ver o que acontecerá daqui em diante.
Ah, estou tentando postar fotos, mas está muito complicado....
Não é por falta de tentativa...
Abraços!!!!

Oriximiná 4

Enfim chegamos ao último dia em Oriximiná. A sexta-feira nos trás os Wai-Wai para ser atendidos. Eles vêm de muito longe. É uma etnia que mora para adiante da Cachoeira Porteira.... Agora a onde é a Cachoeira Porteira já não posso explicar. O que posso dizer é que ela fica muito, mas muito longe, tanto que eles viajaram quase três dias de barco para chegarem até Oriximiná.
Márcio tirou bastante fotos, estava impressionado com os índios, disse ele que na Bahia os índios são muito diferentes.
Eu como já moro onde moro não me impressiono mais, claro tenho curiosidade e arrisquei o mesmo cumprimento que é dado aos índios em São Félix, sem êxito claro, eles não entenderam nada. Eu no auge de minha sabedoria indígena ainda pergunto “qual é o seu tronco lingüístico”, mais uma vez a resposta não foi a que eu esperava, mas tudo bem, sempre vale as risadas e a proximidade que isso acaba trazendo.
O dia em Oriximiná estava terminando, e ficamos pensando se essa cidade seria um dia visitada por nós novamente. O Bruno falou que ela ficaria na história, mas que deixaria de existir. Eu não sei se ela deixa de existir, ressaltei a ele que o dia que Oriximiná aparecer na TV ele vai correr chamar os filhos dele e dizer que já teve em terras tão distantes  - de novo isso me lembra Camões - . Eu já não sei direi isso para meus filhos.... Se é que um dia terei.
Gostei de Oriximiná, cidade movimentada, com um cais a toda... Muito movimento mesmo. Gente de todos os lados, cidade limpa e organizada. Ressalto que não gostei muito da estatua de Santo Antonio, ele tinha dois cotovelos, ou dois pulsos não sei direito, enfim ele tinha mais articulações que o normal em um dos braços.
Não gostei dos atendimentos nos locais que fomos comer algo a noite também. Meia noite tudo fecha e lá íamos nós embora.
Mas enfim, quem sabe um dia eu retorne a Oriximiná, a terras distantes.... A terra de nome estranho, e se eu não voltar ela fica, fica na minha história, na minha história de vida.  
Tchau!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Oriximiná 3

Oi pessoal!!!!

Desde o último post muita coisa aconteceu....

Ontem pegamos a primeira chuva...que chuva hein... até vi um barco afundar, mas ainda não entendi o porque....

Essa noite passada também foi marcada pelo meu péssimo mal estar... acho que o balanço do barco acabou me deixando enjoado e tive que chamar o tio Hugo (quem é do sul acho que sabe o que é).

Visto isso meu dia de hoje foi muito cansativo, a cabeça pesada e sempre com mal estar não me deixaram render como eu queria...

Alguns me disseram que é o início... logo me acostumo com tudo isso, mas enfim...fico por casa hoje...Hipertensão vai ser o meu programa.

Abraços...até!!!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Oriximiná 2

Segundo dia de atendimento em Oriximiná. O dia foi mais agitado e puder conhecer várias histórias. As distâncias aqui me impressionam ainda.
Viagens de barco. Horas remando. Tudo por um atendimento no Prevbarco. Isso não é um menosprezo. Mas penso no que eles passam para chegar até nós.
Andamos horas para chegar aqui, e mesmo assim, encontramos pessoas que fizeram trajetos parecidos ou maiores que o nosso.
Isso só demonstra que, as distâncias são gigantescas. Vivênciamos o acesso ao direito previdenciário através do Prevbarco, mas que, para, além disso, fico imaginar quantos mais aqui queriam chegar. Quantos não tiveram condições de sair dias antes. Quantos fizeram previsões e aqui não chegaram.
O Prevbarco consegue uma façanha incrível, e é por isso que sua existência é de fundamental importância para uma nação tão grande que apresenta o acesso aos direitos ainda muito limitado.
Eu sabia que viria para o Prevbarco. Inicialmente pensei que iríamos passar e parar nas comunidades ribeirinhas. Quando cheguei em Oriximiná vi que nosso local de parada é a cidade. O meio urbano. Mas as histórias que cheguem aqui, essas sim, são legítimas da Amazônia que ousei a pensar. Claro, ela é muito maior que meus pensamentos. Tem muito mais particularidades do que meus pensamentos.

Hoje pensei mais uma vez o que é viver no isolamento. Penso sempre na condição da pobreza e tudo que a ela remete. Vivemos um estado de pobreza que não é nada romântico como alguns querem fazer. É um estado de pobreza que dói no estômago, que machuca. Mas unir, extrema pobreza com isolamento social. Isso sim é difícil.
Alguns podem discursar, “nos conglomerados urbanos ainda encontramos pessoas isoladas”. Mas nos conglomerados urbanos não vivemos o dia-a-dia da falta de comunicação, do medo de morrer por ataques de animais, da luta por uma miséria de educação.
Quando soube que crianças da região saem às 2 horas da manhã para ir à aula, pensei, “que Brasil, em que tipo de Brasil eu vivo”, “o que é ser criança”. Dificilmente elas descobrirão o que é ser criança, a que brinca, que dorme a noite, que tem sono tranqüilo, que tem acesso a alimentação. Enfim, só torço que sejam felizes na sua infância, que façam um dia da pobreza uma lembrança, uma barreira já ultrapassada.

Antes que pensem, ou que comentem... eu não tenho a pretensão de fazer desse diário um estudo teórico, não neste momento.
Estou à vontade para escrever o que realmente me vem à cabeça, então vejam o mesmo como um diário. Que pode ter frases soltas e meio desconexas...mas enfim, chega de blábláblá.

Ah, o cais continua movimentado, tem barco todo dia para Santarém, e descobri que eles tem um valor menor do que eu pensava, no que concerne a passagem. Aqui tudo chega de barco. Agora por exemplo estão carregando cervejas para municípios menores. Antes estavam carregando farinha, sacos enormes, mas não sei de quantos quilos. As crianças estão aqui na frente pescando. Ah, ontem também pesquei um peixe, me limitei a um, e não foi por falta de tentativa. Mas não sei o nome dele não.
A noite não sei se vai ter alguma coisa, tínhamos combinado de tomar açaí, ainda não experimentei. Espero que seja melhor que tucupi e tacaca. Não gostei mesmo de experimentar isso. Mas não tenho do que reclamar. A tia do barco faz uma comida maravilhosa. E o creme de cupu nem se fala. Acabei com ele hoje de tarde.
Ah, queria postar fotos, mas a net é extremamente lenta, isso quando conecta. Assim que puder coloco aqui as fotos que já tirei...amanhã ou logo logo tem mais.
Abraços
Tchau!!!


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Oriximiná

Oi pessoal!!
Dormimos em Oriximiná, cidade simpática e que verdadeiramente não parece estar no estado do Pará. Conheci outras regiões deste estado e suas ruas sem pavimentação são quase que uma regra....
Em Oriximiná encontramos uma outra realidade, cidade organizada e com um cais super movimentado.
Amanhece e o trabalho inicia. O movimento foi grande e puder já conhecer um pouco mais desta cidade, a qual possuí o segundo maior território 
O movimento também não é só nos atendimentos, mas no próprio cais, barcos atracam a todo momento e em seguida partem rumo a Santarém e Manaus. As redes coloridas fazem o barco virar uma pintura clássica, mas confesso que deve ser um tanto quanto dificultoso permanecer ali....os barcos já nos balançam, imaginem em cima de um rede...enfim, natural para a realidade local.
A noite a cidade fica mais calma, e nós preferimos permanecer no barco, degustando um creme de cupuaçu delicioso. 
Durante todo o dia tentei realizar as postagens, mas nunca tem sinal por aqui....essa postagem esta indo depois de horas de insistência...e o importante é mesmo que ela vá...
Abraços, até amanhã.

Saindo do Tapajós

Nosso “até mais” a Santarém ocorreu por volta das 08:00 horas. Deixamos as águas claras do Tapajós e adentramos rio Amazonas.
Águas barrentas e profundas dividem o cenário com matas e populações ribeirinhas.
Café da manhã de primeira, e momento de conhecer os colegas de trabalho, este vindos da Bahia, Minas Gerais e de outras cidades do Pará. O almoço trouxe peixe, acari era o nome dele.....não provei, não parecia ser muito simpático. Começou à tarde, lenta, quente e com paisagens curiosas.
É engraçado ver essas paisagens. É engraçado pensar que elas existem, que estão na minha frente. Casinhas isoladas “do mundo”, isoladas de tudo, menos da terra, da natureza, do ar puro, como se isso fosse de menos...
Essas vistas, os abanos que recebemos desses moradores de terras tão longe (me lembro de Camões agora) demonstram um ar de “boas-vindas”, de “que bom que vocês vieram”, “estávamos aguardando vocês”.
Palafitas órfãs compõem as beiras do rio, alguns gados e porcos soltos ficam a beira do amazonas (ah se eles soubessem o que é o amazonas). Sob o forte sol homens pescam, enquanto outros dormem até ter um número de peixes enredados satisfatório. O amazonas me trás muitos pensamentos, lembro da minha infância curiosa por essa terra, por terra virgem, mata, animais, índios (pensamento infantis, mas que a mim era grandiosos) e chegar a vivencias isso tudo era uma sonho quase impossível, mas também já começo a observar um sentimento ambíguo e contraditório. Um rio gigante em meio a uma terra linda com suas peculiaridades, suas belezas as quais parecem quem nenhum homem aqui existe, ao mesmo tempo trás consigo cidadãos que aqui sempre viveram, que nunca tiveram a oportunidade de escolher se daqui queriam ficar ou sair, que não conhecem outros “mundos” outros “brasis”, que não tiveram opção de escolha.
Mas a subida ao rio amazonas continua, passamos por Óbidos, o qual será nossa última parada antes do retorno a Santarém.
Agora a viagem continua a caminho de Oriximiná, cidade esta que permaneceremos até sexta-feira. Seguimos andando e não só quero como preciso de vocês aqui comigo.
Notícias em breve!!!
Abraços!!!
Anderson

Bem vindo ao Diário de um Assistente Social

A partir de hoje você irá nos acompanhar em mais uma das etapas do Prevbarco II/PA. O Prevbarco é uma Agência da Previdência Social móvel que realiza atendimentos em alguns estados do país, todos situados na região norte.
O que você terá privilégio de acompanhar é o Prevbarco II, pertencente à Gerência Executiva de Belém. Porém ressalta-se que seu pólo de atendimento é a região de Santarém, cidade está da qual partimos.
Santarém nos recebeu muito bem com seu calor, suas praias e suas lindas belezas naturais. A apresentação pré-Sairé do Boto Tucuxi demonstrou o calor cultural dessa terra, sua alegria e sua festividade. A Alter do Chão coube mostrar suas belas praias, sua ilha e seu ar pitoresco, o qual vira um charme no Pará.
Venha comigo, nisso que promete ser uma rica e linda experiência. Eu sou Anderson, Assistente Social, atuo nas APS de São Félix do Araguaia e Confresa ambas no Mato Grosso, e estou contando com você.